O Laboratório

Laboratório IPO foi fundado em 1978 e iniciou suas atividades como sucursal do laboratório Instituto de Patologia de Porto Alegre.

Em agosto de 1986 as médicas Cintia Lopes Dias e Marta Pires da Rocha assumiram o controle do laboratório que passou a funcionar independente do IP de Porto Alegre. Desde lá o laboratório foi passando por inúmeras reformas, adaptações, para melhor servir a comunidade chapecoense.

Atualmente o laboratório conta com três médicos patologistas que são Cintia Lopes Dias, Jerso Menegassi e Oswaldo Zandavali Neto.

A mais de 40 anos o IPO vem atuando no oeste Catarinense!

O IPO participa do PICQ (Programa de Incentivo ao Controle Qualidade) mantido pela Sociedade Brasileira de Patologia. Este programa consta de quatro provas teórico-práticas anuais. Sendo aprovado nas provas o laboratório recebe um selo que deve ser colocado nos laudos. O IPO tem conseguido todos os anos, o selo de aprovação, desde que começou a participar do programa.

 

 

Missão

Prestar serviços na área de anatomia patológica com competência e dedicação, atendendo as expectativas dos clientes e à classe médica através de consultoria científica.

Visão

Ser reconhecido em nosso meio como uma instituição de referência e excelência, superando continuamente nossos próprios padrões de qualidade e competitividade.

Valores

• Pioneirismo
• Ética
• Transparência
• Credibilidade
• Conhecimento Científico (apoio a pesquisa científica)

Patologia

A patologia é uma ciência tão antiga quanto à própria Medicina. Desde o antigo Egito há registros de estudos de patologia, como um papiro que descreve uma inflamação, bem como descrição de cistos e tumores. Da civilização grega, com Hipócrates (460 a.C) vem o uso da palavra Câncer (karkinos) que se usa até hoje para denominar os tumores malignos.

Com o advento do microscópio, desenvolvido pelos holandeses Hans e Zacharias Jansen (pai e filho), por volta de 1590, houve a possibilidade de uma mudança de paradigma na avaliação das doenças e dos danos por elas causados aos órgãos e tecidos humanos. O médico italiano Giovanni Battista Morgagni (1682-1771) pode ser considerado um dos precursores da patologia. Publicou vários trabalhos médicos baseados em mais de 700 necropsias e pela primeira fez a comparação microscópica entre um tecido humano saudável e um doente, ao descrever o aspecto microscópico de um abscesso cutâneo. Uma das suas mais importantes publicações foi De sedibus et causis morborum per anatomen indagatis, que estabelecia como método, a busca da causa das doenças pela avaliação anatomopatológica.

No século XIX o médico alemão Rudolf Virchow (1821-1902) escreveu o que é considerado o primeiro tratado de patologia.  É o inicio da patologia moderna como a conhecemos hoje. Vicrchow além de patologista, professor, foi político, arqueólogo e sanitarista. Dentre as inúmeros avanços proporcionados por ele, estão o estabelecimento da célula como unidade morfofuncional do ser humano Die Cellularpathologie, 1858. Também deu início a uma publicação periódica sobre patologia e outros ramos da medicina (1847). Essa revista é publicada ainda hoje , com dedicação exclusiva à patologia, com o nome de Virchow’s Archives of Pathology.

 

Corpo Clínico

Dra. Cintia Lopes Dias

Graduação: Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) – Porto Alegre – RS

Residência Médica em Anatomia Patologia: Hospital de Clinicas de Porto Alegre – UFRGS

TÍTULO DE PATOLOGIA PELA SOCIEDADE BRASILEIRA DE PATOLOGIA.

CRM 3415 – RQE 897

Dr. Jerso Menegassi | Responsável técnico

Graduação: Universidade Católica de Pelotas – RS

Residência Médica em Anatomia Patológica: Serviço de Anatomia Patológica do Hospital Universitário de Faculdade de Medicina da UFSM, Santa Maria, RS

CRM 8082 – RQE 4494

Acreditação

 

Muito mais que um selo, a acreditação PACQ representa o compromisso do Instituto de Patologia do Oeste  em prestar um serviço de excelência técnica e alto grau de conhecimento a toda comunidade médica e consequentemente aos nossos pacientes através de resultados precisos e confiáveis.

O PACQ–SBP é um programa voluntário composto por requisitos dispostos em categorias determinadas de acordo com os diversos setores laboratoriais, desenvolvidos para contemplar áreas técnicas e de gestão.

O objetivo principal do PACQ é auxiliar os serviços que se candidatarem ao programa a alcançar excelência nos seus processos e procedimentos, considerando a legislação pertinente, proporcionando segurança ao paciente, aos seus colaboradores e credibilidade junto aos médicos e à sociedade.

No processo de acreditação, vários itens do laboratório são verificados para checar se atendem aos requisitos pré-determinados, como:

✔   Rastreabilidade das amostras;

✔   Adequação de instalações;

✔   Manutenção de equipamento;

✔   Procedimentos internos de segurança (incluindo gestão de qualidade, procedimentos e processos laboratoriais, dentre outros).

A Sociedade Brasileira de Patologia (SBP) criou um programa de acreditação para laboratórios de anatomia patológica nos quais todas as etapas necessárias para emissão de resultados são conferidos diretamente através de auditores credenciados!

Convênios

Exames

Instituto de Patologia do Oeste

A citologia cervicovaginal é um exame preventivo / de rastreamento do câncer do colo do útero, desenvolvido na década de 40 pelo médico George Nicolas Papanicolaou, baseado na avaliação das células coletadas do colo uterino (endocérvix, ectocérvix / JEC e fundo de saco vaginal – coleta tríplice). Este exame permite identificar com anos de antecedência pacientes que podem desenvolver o câncer do colo uterino, através da identificação de células atípicas (que não pertencem aos estágios de maturação normal do epitélio), lesões “pré-cancerosas”.

A citologia cervicovaginal é comprovadamente eficaz em seu papel de reduzir a mortalidade relacionada ao câncer cervical. Países que conseguiram implantar com êxito este método de rastreamento obtiveram grande impacto na redução do câncer do colo uterino.

Os ginecologistas devem estar atentos ao exame negativo, pois estes não significam ausência de displasia (lesões pré-cancerosas) ou câncer cervical. Todas lesões visíveis e suspeitas devem ser biopsiadas e os sintomas clínicos não devem ser ignorados mesmo que o resultado do exame seja absolutamente normal.

Algumas mulheres irão desenvolver o câncer cervical, mesmo tendo se submetido regularmente ao método de rastreamento. Este fato poderá ocorrer porque muitas dessas mulheres serão submetidas a exames inadequados de rastreamento.

É virtualmente impossível evitar diagnósticos falso-negativos, por isso as pacientes devem submeter-se ao exame regularmente / anualmente.

Mulheres com risco aumentado para o câncer do colo do útero:

– que têm ou tiveram doenças sexualmente transmissíveis (DST), especialmente infecção pelo HPV;
– que têm ou tiveram parceiros com DST, especialmente infecção pelo HPV;
– que têm múltiplos parceiros sexuais;
– que iniciaram atividade sexual antes dos dezoito anos de idade;
– que tem história familiar da doença;
– que já se trataram desse tipo de câncer.

A amostra deve ser:

– coletada da(o) ectocérvix / JEC, canal endocervical e fundo de saco vaginal;
– colocada na lâmina em esfregaços finos e imediatamente fixada (em álcool absoluto ou spray fixador);
– a lâmina deverá ser identificada com o nome e a data de nascimento da paciente e colocada em frasco identificado da mesma forma;
– a amostra deve estar acompanhada de requisição preenchida com o nome e data de nascimento da paciente, os dados clínicos e da colposcopia (imprescindíveis ao diagnóstico), além do nome do profissional responsável pela coleta.

Evitar antes da coleta: duchas ou lavagens vaginais, talcos ou cremes, relações sexuais (por pelo menos 24h). Evitar coleta no período menstrual.

Caso hajam outras dúvidas o laboratório deve ser contatado.

Também chamado de citologia especial ou exame de líquidos. Compreende a análise das células presentes nos fluidos e secreções orgânicas, como urina, escarro, líquido pleural, líquido ascítico, lavado broncoalveolar, líquor entre outros, proporcionando informes valiosos para confirmar ou afastar o diagnóstico de determinadas doenças.

Utilizada no diagnóstico diferencial de efusões (neoplásicas e infecciosas), em diversos sítios anatômicos. A citologia oncológica, embora não seja determinante, é uma análise inicial de grande valia na investigação de efusões patológicas.

Refere-se ao estudo macroscópico e microscópico de peças cirúrgicas e biopsias através do processamento histológico e colorações específicas.

O exame anátomo-patológico visa o diagnóstico de uma doença (patologia) através da análise de fragmentos de tecido ou órgão retirados por procedimentos de biópsia ou cirurgia. O diagnóstico é baseado na análise destas alterações morfológicas em conjunto com as informações clínicas fornecidas pelo médico assistente.

Utilizado para verificar a existência de infecções, doenças inflamatórias do trato urinário, câncer ou doenças pré-cancerosas. As células coletadas da urina são examinadas e observadas sua aparência e funções.

É um procedimento médico direcionado à investigação de pacientes com massas. A técnica consiste na retirada de pequena porção de tecido por aspiração através de uma agulha fina e posterior coloração e análise microscópica. Biópsias por punção aspirativa de agulha fina são procedimentos cirúrgicos seguros, muitas vezes evitando biópsias cirúrgicas maiores (excicionais ou abertas)

São procedimentos solicitados pelo cirurgião e realizados pelo patologista durante o ato operatório. O resultado desta avaliação anatomopatológica tem como objetivo orientar a conduta do cirurgião. Em geral, esse exame é requisitado com a finalidade de definir se uma lesão é benigna ou maligna, relatar o grau de invasão de um tumor e a possibilidade de comprometimento de margens ou linfonodos

A citologia em meio líquido apresenta várias vantagens em relação ao método convencional de esfregaço celular fazendo com que, especificamente na área da colpocitologia oncótica, o tradicional Papanicolau perca cada vez mais importância no arsenal diagnóstico.

A apresentação das células dispostas na lâmina em uma única camada, permite maior acurácia analítica por evitar que aquelas eventualmente doentes, dispostas mais profundamente no esfregaço tradicional e sobrepostas por outras, acabem “ocultas” aos olhos do patologista.

Adicionalmente, o método permite automação do preparo da lâmina, com evidentes ganhos de produtividade e reprodutibilidade, além de possibilitar o emprego de recursos eletrônicos para auxiliar e tornar ainda mais preciso o diagnóstico.

Laboratório Spezia Melo & Cia Ltda | Santa Maria/RS

É um procedimento em que uma pequena amostra da medula dos ossos é examinada em laboratório. Este exame é usado para verificar a presença de infecção, doença ou outro problema na medula óssea.

Refere-se ao processo de localizar antígenos (e.g. proteínas) em tecidos, explorando o princípio da ligação específica de anticorpos a antígenos no tecido biológico.

A coloração imuno histoquímica é amplamente utilizada no diagnóstico de células anormais, tais como aquelas encontradas em neoplasias.

Marcadores moleculares específicos são característicos de eventos celulares particulares, tais como proliferação ou morte celular. É também amplamente utilizada na pesquisa básica para compreender a distribuição e localização de biomarcadores e proteínas diferentemente expressas em diferentes partes de um tecido biológico.

Laboratório Bacchi  | Botucatu/SP

Refere-se ao processo de localizar antígenos (e.g. proteínas) em tecidos, explorando o princípio da ligação específica de anticorpos a antígenos no tecido biológico.

A coloração imuno histoquímica é amplamente utilizada no diagnóstico de células anormais, tais como aquelas encontradas em neoplasias.

Marcadores moleculares específicos são característicos de eventos celulares particulares, tais como proliferação ou morte celular. É também amplamente utilizada na pesquisa básica para compreender a distribuição e localização de biomarcadores e proteínas diferentemente expressas em diferentes partes de um tecido biológico.

A técnica imuno-histoquímica apresenta excelente sensibilidade e especificidade na avaliação da expressão da proteína do oncogene HER-2 em câncer de mama, incluindo estreita correlação com resultados do FISH. Essa correlação é particularmente evidente nos casos onde a imuno-histoquímica apresenta escores 0 e 1+ (considerados resultados negativos para a expressão da oncoproteína HER-2 e associação com FISH sem aplificação) e 3+ (considerado resultado positivo para expressão de HER-2 e associação com FISH com amplificação). Nos casos com escore 2+, o FISH revela amplificação (aumento do número de cópias do oncogene HER-2 em células do carcinoma de mama) em 25% dos casos. Nesses casos (carcinoma de mama escore 2+), está indicado o FISH para, realmente, avaliar se há ou não amplificação do oncogene HER-2.

Mede a dosagem de proteína C reativa através da coleta do sangue do doador. A proteína C reativa, produzida no fígado, é o principal marcador de fase aguda de processos inflamatórios e necróticos que ocorrem no organismo, principalmente processos inflamatórios associados a infecções bacterianas.

A técnica de RT-PCR é amplamente utilizada para verificar a expressão gênica, uma vez que analisa o RNA responsável pela síntese de proteínas. Se há uma proteína específica, é porque há DNA sendo expresso e originando mRNA para tal proteína. A expressão para produção de diferentes proteínas varia conforme a localização da célula dentro do organismo: células cardíacas expressam proteínas diferentes de células musculares, por exemplo.

É o processo de determinação da ordem sequencial das partes constituintes de um biopolímero não ramificado, isto é, a ordem de nucleotídeos de uma molécula de DNA ou RNA, ou de aminoácidos de uma proteína. O sequenciamento resulta numa representação linear simbólica conhecida como sequência, a qual sucintamente resume a estrutura da molécula sequenciada.

Vários estudos apontam para a eficácia de medicamentos que bloqueiam a proteína KRAS no tratamento de pacientes com câncer, em especial de carcinoma de pulmão e de intestino grosso (cólon). A presença de mutações ativadoras do KRAS está associada à ausência de resposta ao tratamento com as drogas bloqueadoras do EGFR.

A presença de mutações no gene EGFR está associada a uma resposta inicial dramática aos inibidores de tirosina quinase (ex. gefitinib ou erlotinib) em pacientes com tumores de pulmão, uma mutação secundária da treonina 790 (T790M) está associada a aproximadamente metade dos casos que adquirem resistência. Dessa forma, pesquisa tem por objetivo identificar esses pacientes que deixam de ser responsivos ao tratamento.

Mutações do gene isocitrato desidrogenase 1 (IDH1), principalmente a mutação R132H, ocorrem em 60-90% dos gliomas difusos e anaplásicos e glioblastomas secundários, sendo raramente detectadas em glioblastomas primários e ausentes em outras neoplasias gliais. Além de finalidade diagnóstica, a sobrevida é significantemente mais longa em gliomas com mutação de IDH1.

A Hibridização in situ (HIS) é uma técnica pela qual se identificam sequências específicas de nucleotídeos em células ou cortes histológicos. Estas podem ser de DNA ou RNA, endógenas, bacterianas ou virais. Esta técnica de pesquisa está sendo traduzida para a prática diagnóstica, principalmente nas áreas de expressão gênica, infecção e citogenética de interfase. As aplicações diagnósticas são mais frequentemente baseadas em sequências curtas de nucleotídeos (oligômeros) marcados com moléculas sinalizadoras não isotópicas, e os sítios de ligação podem ser localizados por reações histoquímicas ou imuno-histoquímicas.

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